terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Projeto: Um mundo de Sensações - Maternal II - Parte 4

Que som é esse?


     As professoras combinaram previamente que fariam suspense dizendo às crianças que eles teriam uma surpresa quando retornassem à sala. Quando chegaram, uma das professoras estava debaixo de um edredom com uma caixa de instrumentos de som. "O que é isso"? perguntou Milena surpresa.
     As crianças ficaram em silêncio, pareciam com medo e muito curiosas. Quando a professora começou a fazer barulho com um chocalho, Emanuel reconheceu o som e falou: "Isso é um chocalho". Thuany, disse se tratar de uma caixa e Matheus falou que ali tinha uma pessoa.
     Quando usei o pau de chuva para fazer barulho, Milena falou que estava ouvindo uma abelha, já Bianca disse se tratar de borboletas. Kezya falou que parecia chuva mesmo.
     No som da flauta Emanuel disse se tratar de um piano, Nathan reconheceu o som da flauta e esclareceu para o amigo se tratar de uma flauta. Kezya reconheceu o som do tambor. Lucas Borges disse que quem estava debaixo do edredom era a professora Zelir.
     Depois de muitas considerações e risos, de repente, a professora jogou o edredom para cima e gritou... As crianças vibraram rindo e batendo palmas. "Eu disse que era a Prô Zelir”, gritou o Lucas Borges.
     Pedimos que fizessem uma roda e perguntamos a eles o que usamos para identificar os sons. Matheus disse prontamente que usamos nossas orelhas. "O ouvido" corrigiu o Gustavo. "É com os ouvidos que ouvimos as coisas", completou Thuany.
     Perguntei então, que som ouviram primeiro. Thuany disse que ouvimos o tambor, mas Beatriz, disse que foi o chocalho. Nathan e Thuany disseram que o som que mais gostaram foi o da flauta. Quando perguntamos se lembravam do instrumento que fez o barulho de chuva, Lucas Borges fez os gestos com as mãos imitando o pau de chuva.
     Depois, cada um pegou o instrumento que mais gostou e brincamos livremente.

  

  

  

  
 

Pintura Soprada
 
    Em roda de conversa, apresentamos as crianças os canudos, uma cartolina e tinta guache de cores diversas. Explicamos que espalharíamos a tinta no papel através do sopro e fizemos uma demonstração. As crianças adoraram a ideia diferente de colorir o papel, mas algumas apresentaram um pouco de dificuldade, porém foram persistentes até conseguirem realizar a proposta. Após, colocamos para secar e contamos às crianças que tudo o que estávamos fazendo nas cartolinas iriam se transformar num tapete sensorial para explorarmos com os pés descalços.
 
  

  

  

  

 
 
Explorando a calçada sensorial

    Primeiro, perguntamos à turma se eles conheciam a calçada sensorial. Então, os levamos até lá e pedimos que tirassem seus sapatos e andassem de pés descalços pela calçada. Nathan, perguntou se fomos nós que fizemos essa calçada. Explicamos que foram as professoras num tempo atrás. Então, Nathan, sugeriu que colocássemos no nosso tapete da sala também, as tampinhas e as pedrinhas e que poderíamos fazer uma casinha também com as tampinhas. Contamos a eles que compramos algumas pedrinhas coloridas para o nosso tapete. Algumas crianças sentaram-se na calçada e passaram as mãos nas texturas, verificando do que se tratava. Eles exploraram muito e divertiram-se também, experimentando cada textura e a sensação causada por elas.



 
 
Pintura Plaft


     Levamos as crianças na quadra do CEI, colamos papel cartão na cor preta no chão e distribuímos tinta dissolvida na água no papel. A proposta seria as crianças pegarem uma colher de pau ou plástico grande e batê-la com força na poça de tinta, espalhando-a por todo o papel.
    Iniciamos a atividade, chamando uma criança de cada vez. Todos estavam ansiosos para fazer plaft. Eles repetiam a palavra. “Vamos fazer plaft”! Dizia Bianca. “É plaft”, repetia Eliseu.
    As crianças demonstraram grande interesse a cada respingo, pois ficamos todos respingados de tinta, eram gritinhos e algazarra. Fizeram muita torcida uns aos outros e o efeito da tinta espalhada assim ficou bastante interessante. Nos divertimos muito e nós professoras também experimentamos a brincadeira.
    Quando retornamos a sala, recompomos a roda para que as crianças descrevessem a experiência. Eliseu disse: “Eu achei legal fazer plaft”. Bianca afirmou: “Eu achei muito divertido e quero fazer de novo”. Cauê complementou: “Eu fiz plaft, foi assim” e levantou-se para imitar como ele fez. “A tinta veio até aqui”, mostrou Thuany, suas roupas respingadas. Todos estavam felizes e demonstraram muita alegria ao participar da atividade.
 
 

 

 

 
 

Um comentário:

  1. Parabéns,estou encantada os projetos realizados são sensacionais.

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